Para a maioria das mulheres com sintomas, que iniciam o tratamento antes dos 60 anos ou nos primeiros 10 anos após a menopausa, os benefícios da reposição hormonal superam os riscos — essa é a posição atual das principais sociedades médicas do mundo. A terapia hormonal é o tratamento mais eficaz que existe para fogachos, insônia e os demais sintomas do climatério. O que ela exige é o que quase nunca acompanha a receita: avaliação individual antes de começar, a via certa para cada mulher e acompanhamento de verdade depois.

Antes de tudo, um mapa: climatério não é menopausa

As duas palavras são usadas como sinônimos, mas não são — e entender a diferença muda a forma de cuidar:

Ciclos de vida da mulher

O climatério é o filme; a menopausa é uma única cena dele

± 40 anos± 65 anosCLIMATÉRIOsenectudenascimentomenarca ± 12início do período reprodutivoperíodo reprodutivomenopausa ± 49última menstruação —fim do período reprodutivoidade (anos) →
Adaptado de: FEBRASGO, Climatério — manual de orientação, 2010.

Climatério é a fase longa de transição — em média dos 40 aos 65 anos — em que os ovários vão desacelerando. Os sintomas podem começar anos antes da última menstruação e continuar anos depois dela.

Menopausa é um único dia: a data da última menstruação, em média aos 49 anos no Brasil, confirmada depois de 12 meses sem menstruar. É a cena mais famosa — mas o filme é muito maior.

Perimenopausa são os anos ao redor dessa data: ciclos irregulares, os primeiros fogachos, o sono que muda. É aqui que muitas mulheres mais sofrem — e menos são ouvidas, porque “ainda menstruam”. E depois dos ~65 começa a senectude, quando o cuidado hormonal e metabólico continua, com outras prioridades.

Por que isso importa? Porque cada fase pede uma avaliação diferente — e porque esperar a menstruação parar de vez para procurar ajuda é, muitas vezes, esperar demais.

A pergunta que mais escuto

“Doutora, hormônio não dá câncer?” Essa pergunta chega ao meu consultório quase todos os dias, e ela tem uma história. Em 2002, um grande estudo americano chamado WHI foi interrompido, e as manchetes do mundo inteiro disseram que a reposição hormonal causava câncer de mama e infarto. Uma geração inteira de mulheres — e de médicos — passou a ter medo de hormônio.

Vinte anos depois, a ciência releu esse estudo com calma. As mulheres do WHI tinham, em média, 63 anos — muitas já estavam mais de dez anos na pós-menopausa e usaram formulações que hoje quase não usamos mais. Quando os mesmos dados foram analisados apenas nas mulheres que começaram cedo, perto da menopausa, o cenário mudou: os riscos eram pequenos e os benefícios, consistentes. E o próprio WHI, ao seguir aquelas mulheres por 18 anos, entregou o veredicto que as manchetes nunca corrigiram: quem usou hormônio não morreu mais do que quem usou placebo.

WHI, 18 anos depois: mortalidade por todas as causas

Seguimento de longo prazo dos estudos randomizados (27.347 mulheres)

Terapia hormonal27,1%Placebo27,6%
Barras praticamente iguais: a terapia hormonal não aumentou a mortalidade em quase duas décadas. Fonte: Manson et al., JAMA, 2017.

Disso nasceu o conceito mais importante da menopausa moderna: a janela de oportunidade. Começar na hora certa muda TUDO.

A janela de oportunidade

Quando iniciar a terapia hormonal

antes dos 60 anosou até 10 anos da menopausadepois dissobenefícios tendem a superar os riscosdecisão caso a caso, com mais critério
Fonte: posicionamento da North American Menopause Society, 2022, alinhado à FEBRASGO.

O que a menopausa faz com o corpo — além dos fogachos

A queda do estrogênio não aparece só no calorão: a literatura já catalogou mais de 50 sinais e sintomas associados ao hipoestrogenismo — da pele aos ossos, do sono à memória, dos olhos secos às dores articulares. Ela mexe com o corpo inteiro:

🔥

Os sintomas clássicos

Fogachos e suores noturnos · Insônia · Irritabilidade e ansiedade · Humor deprimido · Ressecamento vaginal e dor na relação · Queda de libido

⚙️

O que muda por dentro

Gordura migra para o abdômen · Perda de massa muscular · Osso enfraquece em silêncio · Pressão e risco cardiovascular sobem · Névoa mental e memória

Metabolismo e peso. A gordura muda de lugar — sai do quadril e vai para o abdômen, o padrão mais ligado a diabetes e doença do coração. Muitas mulheres notam que “a mesma alimentação de sempre” passou a engordar. E tratar o peso rende dividendos que vão além da balança: um estudo de 2026 observou incidência cerca de 30% menor de câncer de mama entre mulheres em uso de agonistas de GLP-1 — dado observacional, que não é promessa, mas reforça o elo entre cuidar do metabolismo e a saúde da mulher.

Músculo e osso. A perda de massa muscular acelera (sarcopenia), e o osso enfraquece sem avisar. Por isso a avaliação da composição corporal — e não só o peso da balança — é parte central do acompanhamento no meu consultório.

Coração, pressão e rins. Aqui falo também como nefrologista: depois da menopausa, a pressão arterial sobe com mais frequência e o risco cardiovascular e renal aumenta. A consulta da menopausa é uma oportunidade de olhar para pressão, açúcar, colesterol e função renal — não só para o hormônio.

O maestro escondido: o FSH

Uma parte fascinante da ciência recente explica por que a transição mexe com tudo. Quando os ovários desaceleram, o cérebro aumenta o volume de um hormônio de comando chamado FSH — e descobriu-se que ele não fala só com o ovário. Existem receptores de FSH no osso, na gordura e até em células dos vasos: em excesso, o FSH acelera a reabsorção óssea (empurrando a osteoporose), favorece o acúmulo de gordura e é estudado até na saúde dos vasos e do cérebro — linhas de pesquisa atuais o conectam a obesidade e doença de Alzheimer.

Tradução prática: a menopausa não é só “falta de estrogênio” — é uma reorquestração hormonal. É por isso que a avaliação precisa ser completa, e o tratamento, individualizado.

Reconhece esses sintomas? (escala MRS)

A Menopause Rating Scale (MRS) é uma escala validada internacionalmente que organiza os 11 sintomas da menopausa. Passe os olhos — quantos você reconhece no seu dia a dia?

  1. Fogachos e suores
  2. Desconforto no coração (palpitações)
  3. Problemas de sono
  4. Humor deprimido
  5. Irritabilidade
  6. Ansiedade
  1. Exaustão física e mental
  2. Problemas sexuais
  3. Problemas urinários
  4. Ressecamento vaginal
  5. Dores musculares e articulares

Como usar: vários desses sintomas, persistentes e atrapalhando sua vida, são o sinal de que vale investigar — a escala completa é aplicada na consulta e serve também para medir a melhora com o tratamento.

Qual hormônio está pedindo ajuda?

Na transição menopausal, três eixos hormonais podem enfraquecer — juntos ou separados — e cada um dá pistas diferentes. Marque mentalmente os itens que reconhece em cada bloco:

1 · Falta de testosterona

Síndrome da insuficiência androgênica feminina

☐ Cansaço persistente, mesmo dormindo bem
☐ Diminuição da libido
☐ Disposição do dia a dia prejudicada
☐ Perda de massa magra ou força
☐ Dificuldade de foco e concentração
☐ Humor deprimido, queda de motivação
☐ Dificuldade de alcançar orgasmos

2 · Falta de progesterona

Síndrome da insuficiência de progesterona

☐ Ciclo mais curto (menos de 25 dias)
☐ TPM intensificada (irritação, inchaço, ansiedade)
☐ Dificuldade para dormir na 2ª metade do ciclo
☐ Sangramento irregular ou escapes
☐ Seios doloridos antes da menstruação
☐ Ansiedade, insônia ou palpitações pré-menstruais
☐ Retenção de líquido e inchaço

3 · Falta de estrogênio

Hipoestrogenismo franco

☐ Ondas de calor ou suores noturnos
☐ Ressecamento vaginal ou dor na relação
☐ Pele ressecada, perdendo elasticidade
☐ Memória e cognição piores
☐ Insônia persistente ou sono superficial
☐ Tristeza, apatia, emoções à flor da pele
☐ Menos tônus muscular, mais gordura abdominal

Como interpretar: vários “sim” concentrados num mesmo bloco apontam qual eixo hormonal merece investigação — e os três podem coexistir na transição. Alguns sintomas se sobrepõem (a insônia da 2ª metade do ciclo, por exemplo, também pode vir da falta de testosterona) — por isso a triagem não é diagnóstico: ela orienta os exames e a conversa da consulta.

Reconheceu vários sintomas da lista?
O próximo passo é a avaliação completa — hormônios, metabolismo e composição corporal.

📱 Agendar avaliação pelo WhatsApp

(14) 99604-5532 · Espaço Sincrovida · Botucatu-SP

Quem NÃO deve fazer reposição hormonal

A honestidade que devo a você: a terapia hormonal não é para todas. Para quem tem contraindicação, existem alternativas não hormonais eficazes — ninguém fica sem tratamento.

🎗️

Câncer de mama

Atual ou prévio — a reposição sistêmica de estrogênio fica contraindicada; os sintomas são tratados por outras vias.

🩸

Trombose ou embolia prévias

Pedem avaliação criteriosa — e aqui a via faz toda a diferença (veja a seção seguinte).

❓

Sangramento sem causa esclarecida

Primeiro investiga-se a causa; só depois se fala em hormônio.

⚠️

Doença hepática grave e eventos cardiovasculares recentes

Exigem estratégia diferente, definida caso a caso.

Não existe reposição única: a via certa para cada mulher

Estrogênio pela pele (gel ou adesivo). A via transdérmica não passa pelo fígado na primeira passagem e, por isso, está associada a menor risco de trombose do que os comprimidos. Uma revisão sistemática de 2025 no Climacteric consolidou: para mulheres com risco aumentado de tromboembolismo (trombofilia como o Fator V de Leiden, IMC acima de 35, trombose prévia ou cirurgia recente), a combinação mais segura é estrogênio transdérmico com progesterona micronizada — e a que se deve evitar é a via oral com progestagênios sintéticos antigos.

✓ Mais segura para quem tem risco de trombose

Estrogênio transdérmico (gel/adesivo) + progesterona micronizada

✗ Evitar nesse grupo

Estrogênio oral, sobretudo combinado a progestagênios sintéticos antigos (como o MPA)

Progesterona micronizada. Quem tem útero precisa de progesterona junto ao estrogênio — ela impede que o estrogênio estimule o endométrio de forma inadequada. A forma micronizada, idêntica à natural, é a que uso preferencialmente.

Estrogênio vaginal. Para ressecamento e dor na relação, doses locais mínimas resolvem muito, com absorção sistêmica desprezível.

Implantes hormonais. São mais uma via de liberação contínua, para casos selecionados — a decisão é individual, feita em consulta.

Testosterona na mulher. Sim, mulher também tem — e também sente falta. Quando pensar nisso? A literatura descreve uma cascata típica: sensação de bem-estar em queda → humor disfórico → fadiga persistente sem causa conhecida → insônia → alteração da função sexual, com queda de libido e da receptividade. A indicação mais bem estabelecida é a queda de desejo sexual que incomoda, e estudos com a escala MRS mostraram melhora também de sintomas físicos, psicológicos e urogenitais em mulheres na pré e pós-menopausa tratadas com testosterona. Sempre em dose feminina, guiada mais pela mulher e seus sintomas do que pelo número do exame, e com acompanhamento. Não é “bomba de energia” — é medicina com critério.

Como eu conduzo a reposição hormonal no meu consultório

🩺

1 · Avaliação completa

sintomas + exames + história

⚠️

2 · Contraindicações

mama, trombose, fígado

💊

3 · Via e dose

gel, adesivo, oral, vaginal ou implante

👁️

4 · Checkpoints

reavaliação periódica

Antes de começar: consulta longa para entender sintomas, história pessoal e familiar (mama, trombose, coração), exames de sangue completos — incluindo função renal, perfil metabólico e vitaminas —, mamografia e exames ginecológicos em dia, e avaliação da composição corporal por bioimpedância InBody, porque massa muscular e gordura visceral fazem parte da decisão.

Durante: começamos com a menor dose eficaz e reavaliamos. Trabalho com planos de acompanhamento de 3 meses a 1 ano, com checkpoints periódicos: sintomas (a escala MRS entra aqui de novo, para medir a melhora), pressão, exames e composição corporal são revistos, e a dose é ajustada — ou o esquema é trocado — conforme a resposta. Minha equipe multiprofissional acompanha a paciente entre as consultas.

O que eu não faço: não prescrevo hormônio sem avaliação completa, não uso “fórmula única” para todas e não mantenho tratamento sem reavaliação periódica.

Câncer de mama, em números honestos

O medo herdado de 2002 merece ser confrontado com números — e o mais didático vem da British Menopause Society. Entre 1.000 mulheres de 50 a 59 anos, cerca de 23 desenvolverão câncer de mama nos próximos 5 anos. Veja quantos casos cada fator acrescenta ou tira desse número:

Casos a mais ou a menos por 1.000 mulheres (50–59 anos, em 5 anos)

Ponto de partida: 23 casos por 1.000 na população geral

Obesidade (IMC ≥ 30)+24Álcool (2+ doses ao dia)+5TRH combinada+4Fumo atual+3Estrogênio isolado−4Exercício (2h30 por semana)−7← casos a menoscasos a mais →
A obesidade acrescenta seis vezes mais casos do que a TRH combinada — e exercício e estrogênio isolado aparecem do lado da redução. Fonte: Women’s Health Concern / British Menopause Society, 2017.

A leitura honesta: a terapia hormonal combinada entra na conta, mas com um peso menor que o da obesidade, comparável ao do cigarro — e o estilo de vida segue sendo a alavanca maior, para os dois lados. É com essa régua na mesa que a decisão é tomada em consulta, individualmente.

Perguntas frequentes

Reposição hormonal engorda?

Não — a menopausa é que favorece o ganho de gordura abdominal. Estudos mostram que a terapia hormonal tende a ajudar na redistribuição da gordura e na preservação da massa magra, dentro de um plano que inclua alimentação e músculo.

Hormônio causa câncer de mama?

O risco depende do tipo de esquema, da dose e do tempo de uso — e, nos esquemas modernos iniciados na janela de oportunidade, é pequeno. Para dimensionar: fatores como obesidade e consumo regular de álcool pesam mais no risco de câncer de mama do que a terapia hormonal bem indicada. E o seguimento de 18 anos do WHI não mostrou aumento de mortalidade. A decisão é sempre individual e revista ano a ano.

Tenho risco de trombose. Estou proibida de usar hormônio?

Não necessariamente. A revisão mais recente mostra que, para mulheres com risco aumentado, a via transdérmica (gel ou adesivo) com progesterona micronizada é a opção mais segura — o que se evita é o estrogênio oral com progestagênios sintéticos antigos. A decisão é individual, às vezes em conjunto com o hematologista.

Até que idade posso começar?

A melhor janela é antes dos 60 anos ou nos primeiros 10 anos de menopausa. Depois disso, começar exige análise muito mais criteriosa — mas manter um tratamento iniciado na época certa pode ser apropriado, com reavaliação periódica.

Por quanto tempo posso usar?

Não existe prazo fixo obrigatório. A regra é usar enquanto os benefícios superarem os riscos para você, com reavaliação a cada consulta — há mulheres que usam por poucos anos e outras por muito mais tempo, com segurança e acompanhamento.

Hormônio “bioidêntico” manipulado é melhor?

“Bioidêntico” significa estrutura igual à do hormônio humano — e vários medicamentos industrializados, aprovados e fiscalizados, já são bioidênticos. O que as sociedades médicas não recomendam são fórmulas manipuladas sem controle de dose e sem estudos. Uso o que tem ciência.

Mulher pode usar testosterona?

Pode, em situações bem definidas — principalmente queda de desejo sexual que incomoda, em dose feminina e com acompanhamento. Estudos com a escala MRS mostraram melhora também de sintomas físicos e psicológicos. Não é “bomba de energia”: é medicina com critério.

Pequeno glossário

Climatério
a fase de transição hormonal, anos antes e depois da última menstruação
Menopausa
a última menstruação, confirmada após 12 meses
Perimenopausa
o período de ciclos irregulares e primeiros sintomas
Janela de oportunidade
até 60 anos ou 10 anos da menopausa — melhor hora de iniciar
FSH
hormônio de comando que sobe na transição e age em osso, gordura e vasos
Progesterona micronizada
a forma idêntica à natural, usada junto ao estrogênio em quem tem útero
Via transdérmica
gel ou adesivo pela pele — menor risco de trombose
MRS
escala validada dos 11 sintomas da menopausa

Referências bibliográficas

  1. The North American Menopause Society. The 2022 Hormone Therapy Position Statement of The North American Menopause Society. Menopause. 2022;29(7):767-794. DOI: 10.1097/GME.0000000000002028.
  2. Rossouw JE, Anderson GL, Prentice RL, et al. Risks and benefits of estrogen plus progestin in healthy postmenopausal women (Women’s Health Initiative — WHI). JAMA. 2002;288(3):321-333. DOI: 10.1001/jama.288.3.321.
  3. Manson JE, Aragaki AK, Rossouw JE, et al. Menopausal Hormone Therapy and Long-term All-Cause and Cause-Specific Mortality: The Women’s Health Initiative Randomized Trials (seguimento de 18 anos). JAMA. 2017;318(10):927-938. DOI: 10.1001/jama.2017.11217.
  4. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Posicionamentos sobre terapêutica hormonal do climatério; e Climatério — manual de orientação, 2010. febrasgo.org.br.
  5. Hicks A, Robson D, Tellis B, Smith S, Dunkley S, Baber R. Safety of menopause hormone therapy in postmenopausal women at higher risk of venous thromboembolism: a systematic review. Climacteric. 2025. DOI: 10.1080/13697137.2025.2503874.
  6. Zhu D, Li X, Macrae VE, Simoncini T, Fu X. Extragonadal Effects of Follicle-Stimulating Hormone on Osteoporosis and Cardiovascular Disease in Women during Menopausal Transition. Trends in Endocrinology & Metabolism. 2018;29(8):571-580. DOI: 10.1016/j.tem.2018.06.001.
  7. Korkmaz F, Gimenez-Roig J, Sultana F, et al. (grupo de Mone Zaidi). Targeting FSH for osteoporosis, obesity, and Alzheimer’s disease. Revisão, 2025.
  8. Glaser R, York AE, Dimitrakakis C. Beneficial effects of testosterone therapy in women measured by the validated Menopause Rating Scale (MRS). Maturitas. 2011;68(4):355-361. DOI: 10.1016/j.maturitas.2010.12.001.
  9. Santoro N, Roeca C, Peters BA, Neal-Perry G. The Menopause Transition: Signs, Symptoms, and Management Options. Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism. 2021;106(1):1-15. DOI: 10.1210/clinem/dgaa764.
  10. Davis SR, Wahlin-Jacobsen S. Testosterone in women — the clinical significance. Lancet Diabetes & Endocrinology. 2015;3(12):980-992. DOI: 10.1016/S2213-8587(15)00284-3.
  11. Women’s Health Concern / British Menopause Society. Understanding the risks of breast cancer (infográfico de fatores de risco por 1.000 mulheres). 2017. womens-health-concern.org.
  12. Redução observacional de ~30% na incidência de câncer de mama em mulheres tratadas com agonistas de GLP-1. JCO Oncology Practice. 2026. DOI: 10.1200/OP-26-00485.

Onde eu atendo

Atendo em Botucatu, no Espaço Sincrovida — Rua Azaleia 399, Boulevard Office, 6º andar, sala 62, Chácara Floresta, CEP 18603-550. Recebo também pacientes de Bauru, Avaré, São Manuel, Lençóis Paulista e região. O atendimento é exclusivamente particular.

📱 Agendar pelo WhatsApp — (14) 99604-5532

Dra. Carla Romagnoli
CRM-SP 111903 — RQE 29070 (Clínica Médica) — RQE 29071 (Nefrologia)
Médica formada pela Faculdade de Medicina de Botucatu — UNESP (2003). Residências em Clínica Médica e em Nefrologia. Dezesseis anos de medicina hospitalar. Pós-graduação em Medicina Funcional Integrativa e em Medicina da Longevidade (2021–2022). Consultório particular em Botucatu-SP desde 2024, com atuação em medicina da longevidade, saúde hormonal e tratamento clínico do peso.

Conteúdo informativo; não substitui consulta médica. Diagnóstico e tratamento dependem de avaliação individual.